domingo, 4 de setembro de 2022

quarta-feira, 24 de agosto de 2022

terça-feira, 16 de agosto de 2022





 

Produção textual



E você? Se pudesse fazer qualquer pedido, o que seria? Gostaria de riquezas e poder assim como o Calvin? Ou pensa em algo diferente como o tigre Haroldo? Reflita bastante sobre essa pergunta. Em seguida, produza um texto em que você apresente o seu pedido e os motivos de sua escolha. Seja convincente!


Não se esqueça:

1.Dê um título ao seu texto.

2. O seu texto deverá seguir esta estrutura:

• Introdução (apresentação do pedido);

• Desenvolvimento (os motivos de sua escolha com argumentos);

• Conclusão (sua opinião final sobre o pedido feito).

3. Escreva o seu texto segundo a norma culta da língua.













domingo, 7 de agosto de 2022

Dicas


 

Bora treinar?

https://pixabay.com/pt/images/



10 temas de redação atuais para treinar
  • Racismo e desigualdade social.
  • Crise mundial e econômica.
  • Valorização do SUS.
  • Impacto e combate das Fake News.
  • Dificuldade da universalização do saneamento básico no Brasil.
  • Saúde mental pós-pandemia.
  • Evasão escolar e domiciliar.
  • Cultura do Cancelamento.





O que é tese

 O que é tese?


tese nada mais é do que a sua opinião (o seu posicionamento) a respeito do tema e ela é a ideia principal da redação. Em outras palavras: se você pudesse resumir a sua dissertação inteira (de 30 linhas, talvez) numa única frase, essa frase seria a tese (a ideia principal do texto). Afinal, nós devemos escrever uma dissertação inteira para comprovar a nossa tese. 

Onde a tese deve aparecer?

A dissertação possui três tipos de parágrafos: introduçãodesenvolvimento e conclusão. A tese precisa aparecer logo no primeiro parágrafo (introdução). 

Como fazer a tese da redação?

Existe uma maneira bem simples e prática de se fazer a tese da redação: pense quais serão as ideias principais de cada parágrafo de desenvolvimento. Se a tese é a ideia principal da redação inteira, então a tese nada mais é do que a união das ideias principais de cada parágrafo de desenvolvimento. 

Por exemplo: vamos supor que o tema proposto para a nossa redação seja "o papel da internet sobre a sociedade contemporânea". 

Primeiro, se pergunte: quantos parágrafos de desenvolvimento eu vou escrever e quais serão as ideias principais de cada um? Bem, uma dissertação geralmente tem dois ou três parágrafos de desenvolvimento (sendo que eu sou mais "fã" das dissertações com dois). 

Então, vamos fazer uma redação com dois parágrafos de desenvolvimento, sendo que eu vou escrever o seguinte: no primeiro parágrafo de desenvolvimento, eu vou escrever que a internet é importante porque possibilita aos seus usuários a oportunidade de compartilharem o que quiserem para o mundo inteiro; no segundo parágrafo, eu vou escrever que a internet globaliza as informações e que com ela é possível ter acesso ao conhecimento do mundo inteiro. Ou seja: no primeiro parágrafo eu digo basicamente que uma pessoa pode "se abrir para o mundo" e no segundo parágrafo eu digo que o mundo pode "se abrir para uma pessoa". Lindo, não?

Então, com essas duas ideias (argumentos) em mente, eu construo a minha tese: "a internet tem o poder de não apenas possibilitar às pessoas a chance de compartilharem as suas ideias para o mundo inteiro, como também dá oportunidade aos seus usuários de terem acesso ao conteúdo do mundo todo". 

Pronto: essa é a nossa tese. Veja que a tese tem duas ideias (argumentos) e essas duas ideias darão origem aos parágrafos de desenvolvimento. Num parágrafo eu vou dizer que as pessoas podem se abrir para o mundo e no outro parágrafo eu vou dizer que o mundo se abre para as pessoas. 

Eu disse anteriormente que a tese deve aparecer no parágrafo de introdução e isso é muito importante. Afinal, o parágrafo de introdução é composto de duas partes: apresentação do tema e apresentação da tese. Isso significa que o leitor, após ler o parágrafo de introdução, deve saber o tema da redação e deve saber qual é o posicionamento do autor em relação a esse tema (ou seja: qual é a ideia central da redação). Se não colocarmos a tese na introdução, vai sobrar apenas a apresentação do tema, ou seja: você vai começar a sua redação escrevendo de modo genérico, repetindo o tema, sem definir o que vai dizer. 

Veja como poderia ficar a introdução:

Inicialmente desenvolvida pelos militares, a internet ganhou o mundo e inaugurou uma nova cultura, fazendo parte do dia a dia das pessoas e conectando milhões de usuários ao redor do globo. Ela tem o poder de não apenas possibilitar às pessoas a chance de compartilharem as suas ideias em grande escala, como também dá oportunidade aos seus usuários de terem acesso ao conteúdo produzido a nível globalIsso significa que, com a internet, as pessoas se abrem para o mundo e o mundo se abre para elas

Observe que na primeira parte (em azul) eu apresentei o tema da redação de modo geral ("o papel da internet sobe a sociedade contemporânea") e na segunda parte (em vermelho) eu apresentei a tese da redação (fazendo algumas alterações para evitar a repetição de palavras), apresentando as duas ideias (argumentos) que vão construir os dois parágrafos de desenvolvimento. A última parte da introdução (na cor preta) apenas foi a reafirmação da tese (para não fazer a introdução acabar "do nada"). Nem sempre precisamos fazer isso. Na maior parte das vezes, a apresentação do tema e da tese são suficientes para se fazer uma boa introdução. 


sexta-feira, 29 de julho de 2022

Esquema

 A palavra “esquema” vem do latim schema, do grego skhema, que significa “forma, figura”. Portanto, esquematizar é fazer com que o texto fique visualmente com algo parecido a um esqueleto, um alicerce. É o ato de retirar somente as ideias principais, sem quase nada a mais. É essencialmente visual e assemelha-se aos mapas mentais ou conceituais, ou seja, reduzir o texto somente aos conceitos que o autor escreveu. Nesse gênero, os acessórios são eliminados sem dó nem piedade.

Disponível em: www.origemdapalavra.com.br. Acesso em: 21 set. 2020


Neste tópico, vamos ilustrar exemplos sobre como se pode mostrar e orientar os(as) estudantes a realizarem um esquema:

Fonte: Canva - Imagem adaptada para fins educacionais. O esquema pode ser feito manualmente ou por meio de muitos aplicativos.



Fonte: Canva - Imagem adaptada para fins educacionais. 

Neste exemplo, caberá a você, professor(a), instruir os(as) estudantes a selecionarem as principais ideias e conceitos para colocá-los no mapa. 

Como ficaria aquele texto de História do Brasil em um esquema? 


Exemplo de esquema em Língua Portuguesa






MODELO DE TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO


Exercício sobre Ecossistema Reconhecer os componentes que formam os ecossistemas




Componentes vivos são chamados também de seres vivos. Ar, água, calor, luz e minerais do solo (ou rochas) são fatores físico-químicos e são chamados também de componentes não vivos. 
A questão trabalha com os componentes dos ecossistemas. É possível que os alunos considerem apenas os animais ao pensarem nos seres vivos e também que não se lembrem de todos os fatores físico-químicos. Nesse caso, vale fazer uma atividade ao ar livre, no jardim da escola ou em uma praça. Pode-se pedir que os alunos fechem os olhos e sintam o ambiente. A atividade pode ser feita em duplas para que um aluno conduza o outro para uma área com mais Sol, fazendo-o perceber a luz e o calor, por exemplo. As duplas podem examinar as plantas e tentar encontrar os animais que vivem nelas, criando uma maior consciência de quais são os componentes vivos.

















domingo, 19 de junho de 2022

O curta metragem me fez refletir muito sobre alguns pontos como, por exemplo, a importância do professor na vida do aluno, a influência que ele (o professor) exerce sobre as consequências do aprendizado e também o esforço, as tentativas que o aprendiz necessita realizar para chegar a um resultado.


Fica evidente a necessidade do auxílio do professor, que apresenta o conhecimento acendendo o desejo do aluno em aprender algo novo. O professor não dá o conhecimento pronto, ele faz também com que o aluno exercite a sua capacidade de chegar onde ele ainda não conhece, motivando-o em suas dificuldades, motivando-o quando ele pensa em desistir. Acredito que o professor assume um papel fundamental no quesito aprender a aprender, ou ensinar a aprender. Ele passa através das suas atitudes o que ele mais ama, busca diversas formas para que o aluno aprenda e se empenhe em adquirir um resultado positivo em seu desenvolvimento, a vontade do professor em querer ensinar é essencial. Os alunos dependem do professor para se desenvolverem com maior eficácia e para "ativar" a vontade em aprender.






Curta-Metragem vencedor do Oscar mostra o poder que os livros podem ter nas crianças The Fantastic Flying Books of Mr Morris Lessmore Vencedor do Oscar



quinta-feira, 9 de junho de 2022

13 técnicas de estudo que vão ajudar a organizar sua rotina

 


Por que é importante contar com as técnicas de estudo?

O tempo é um recurso cada vez mais escasso e, portanto, valioso em nossa sociedade. No que se refere aos estudos, não poderia ser diferente. Diante da alta exigência técnica em algumas provas e da competitividade no mercado de trabalho, torna-se necessário otimizar ao máximo os estudos, reduzindo o tempo e aumentando a qualidade do aprendizado. Para tanto, as técnicas de estudo são fundamentais.

Tratam-se de ferramentas ou procedimentos que facilitam a fixação do conteúdos em menor tempo, o que otimiza toda a rotina de estudos. Em resumo, são estratégias que melhoram a qualidade do aprendizado a partir da redução do gasto de energia e da potencialização dos estudos no longo prazo. Por isso, não é de se estranhar que, entre outros benefícios, contar com essas técnicas permite:

  • organizar a rotina;
  • potencializar os resultados;
  • alcançar objetivos específicos;
  • elevar a motivação;
  • otimizar o tempo disponível, entre outros.

Quais são as melhores técnicas de estudo para começar ainda hoje?


1. Estudo intercalado

O estudo intercalado é a prática de rotacionar as matérias de forma aleatória. A troca de disciplinas e assuntos ajuda a manter a concentração nos conteúdos, contribuindo para que você consiga estudar por mais tempo.

Quando a pessoa fica horas seguidas em um mesmo tema, é normal que a concentração seja prejudicada, pois o cérebro começa a se acostumar com o assunto. Desse modo, trocar as matérias depois de certo tempo é uma estratégia para retomar o interesse e o ânimo para estudar, estimulando o pensamento de forma diferente.

Essa é uma das técnicas de estudo mais eficaz para as matérias que exigem raciocínio lógico, principalmente as das Ciências Exatas. Por meio dela, é possível alternar as diferentes disciplinas sem esgotá-las, tornando o aprendizado completo e um pouco menos cansativo.

2. Mapas mentais

A elaboração de mapa mental é uma forma eficiente de resumir as principais informações de um conteúdo. A técnica funciona por meio da criação de um diagrama com palavras, ícones e flechas, a fim de tornar a visualização mais lógica. Desse modo, o mapa funciona como um resumo prático dos conceitos estudados.

Na elaboração, é importante utilizar a criatividade, diferentes formas, cores e destaques. Lembrando que o conteúdo precisa ser atraente e organizado para trazer o efeito desejado.

Essa técnica também é interessante para quem deseja economizar tempo na hora das revisões, mantendo um conteúdo consolidado e resumido. A principal vantagem que ela oferece é a possibilidade de fazer associações entre os temas, diminuindo a necessidade de memorização e facilitando o aprendizado.

3. Releitura

A releitura é uma técnica simples que costuma ser mais eficaz do que simplesmente grifar ou sublinhar trechos determinados de um conteúdo. Essa prática é um modo interessante de memorizar os conhecimentos vistos, pois ela possibilita ao estudante retornar ao conteúdo com uma bagagem prévia, sendo capaz de facilitar a elaboração de ideais complementares.

A fim de aproveitar melhor esse método, é fundamental fazer a releitura imediatamente depois de ler, quantas vezes você achar necessário. Também é possível fazer pequenas anotações dos trechos mais importantes, contribuindo, assim, para a assimilação do conteúdo.

4. Fichamento

A leitura atenta dos conteúdos é fundamental, entretanto, não é interessante parar nessa fase, sem continuar com outras estratégias. Além de ler, é essencial reorganizar as informações adquiridas com as suas palavras, pois isso contribui para a assimilação e a compreensão do que foi lido.

Os fichamentos — sínteses esquemáticas de cada conteúdo — são uma forma eficiente de estudar. Por meio deles, você reúne as informações mais importantes sobre um livro ou assunto, por exemplo.

Desse modo, é possível encontrar rapidamente matérias e disciplinas que precisam ser reforçadas, sem perder tempo com uma leitura completa dos materiais. Isso traz agilidade para o estudo e permite que as revisões sejam, de fato, eficientes.

5. Testes práticos

A realização de testes práticos sobre a matéria estudada é outra estratégia interessante de aprendizagem. Esse método consiste na simulação de uma avaliação, o que também ajuda na preparação para o momento de um concurso, prova do vestibular ou outro exame. O interessante é realizar o máximo de exercícios possível, para melhorar a assimilação dos conteúdos, o que pode ser feito com a ajuda de dispositivos online, por exemplo.

Ao escolher esse método, é importante refazer as questões que mais geram dúvida e as que foram respondidas de forma errada. Não basta responder de qualquer jeito: é preciso entender o assunto abordado. Essa análise permite verificar se você realmente entendeu determinado assunto.

Desse modo, é possível identificar pontos fracos e que precisam de mais tempo de estudo antes da prova definitiva. Sendo assim, a preparação será completa, diminuindo suas dificuldades em algumas áreas.

6. Perguntas e respostas

Outra técnica fundamental é utilizar perguntas e respostas, de modo a revisar os conteúdos estudados. A formulação de questões favorece o aprendizado, pois é preciso pensar para elaborar questionamentos inteligentes. Além disso, responder com as próprias palavras permite a compreensão, o domínio e a memorização das informações.

Durante o processo de elaboração das perguntas e busca pelas respostas, é normal encontrar assuntos do seu domínio e outros que trazem dificuldades. Dessa forma, esse método contribui para organizar e planejar o seu estudo, dando mais prioridade às disciplinas e aos temas em que você não tem o desempenho desejado.

7. Autoexplicação

A autoexplicação é um método muito eficiente para conteúdos que exigem mais compreensão, ou seja, não são exatos. Ela funciona com a pessoa lendo sobre determinado assunto e explicando-o com suas próprias palavras. O processo pode ser feito diante de um espelho, para si mesmo, ou para outra pessoa.

A melhor maneira de aproveitar esse método é quando a explicação é feita no mesmo período do estudo, pois o assunto ainda está claro na memória. Além de melhorar a compreensão dos conteúdos, a autoexplicação ajuda a promover a habilidade de comunicação e oratória.

8. Prática distribuída

Prática distribuída nada mais é do que a divisão dos períodos de estudo ao longo do dia. Por exemplo, em vez de dedicar-se às matérias em um único período, por 3 horas consecutivas, você pode reservar 1 hora da manhã, 1 hora pela tarde e outra pela noite para dar conta das matérias pendentes.

Essa é uma estratégia que pode garantir maior produtividade, uma vez que permite descansar a mente e o corpo entre os intervalos. A técnica também pode ser interessante para quem não dispõe de longos períodos de estudo, mas conta com momentos fragmentados do dia em que é possível concentrar-se nessa atividade.

9. Pomodoro

Se você já sentiu que, após um tempo de estudo sobre o mesmo conteúdo, perdeu a capacidade de concentração, a técnica pomodoro pode ser uma boa alternativa. Isso porque ela se fundamenta na ideia de que, após certo período, o nosso foco e produtividade começam a decair quando nos dedicamos à tarefa.

A premissa, que encontra respaldo científico, indica que a melhor forma de manter a concentração nas atividades é adicionar breves momentos de intervalo. O descanso, conforme o italiano Francesco Cirillo, criador da técnica, deve ser de 5 minutos após 20 a 30 minutos de foco total na atividade.

Uma dica para seguir essa estratégia é ajustar um cronômetro ao lado para que, quando o alarme tocar, você faça o intervalo. Também é interessante que, ao chegar no quarto intervalo, você reserve um tempo maior de descanso, de 10 a 30 minutos, em média.

10. Uso de áudios

Outro recurso importante para potencializar os seus resultados é utilizar áudios nos momentos de estudo, especialmente se você aprende melhor os conteúdos por meio da audição.

Atualmente, há uma infinidade de podcasts e outros formatos de aula em áudio que permitem que você estude em qualquer momento e lugar. E, apesar da possibilidade de deixar o áudio ligado enquanto você realiza outras atividades simples, é interessante conciliar essa técnica com outra acima mencionada.

Por exemplo, enquanto você absorve o conteúdo, pode realizar mapas mentais, resumos e fazer outras anotações que permitam revisar as informações posteriormente.

11. Estudo mnemônico

Apesar de o nome ser, em geral, desconhecido pelos estudantes, é fato que muitos deles já utilizam essa técnica de forma natural. Em linhas gerais, trata-se da utilização de siglas para lembrar com facilidade de aspectos específicos do conteúdo. Por exemplo, para lembrar da sequência de palavras "competência, atitude e habilidade" você pode gravar as letras "CAH", que remetem ao todo do conteúdo.

Outra estratégia muito usada é a criação de paródias, substituindo os termos da música para encaixar informações relevantes da matéria. Ainda, é possível criar frases fáceis de memorizar, cujas letras iniciais remetem aos termos que você precisa gravar para a prova. Como visto, trata-se de uma técnica de memorização pela associação de um conteúdo complexo a ideias simples, que pode trazer à memória as informações.

12. Resumos

Os resumos são uma das técnicas de estudos mais eficazes para fixar o conteúdo e ter melhores resultados em qualquer prova. Trata-se da síntese de um tópico da matéria em formato de texto, no qual você elenca os aspectos mais relevantes de maneira reduzida e fluida.

Para elaborar um bom resumo, vale a pena tomar como base anotações e mapas mentais realizados durante a aula. Vale, ainda, destacar palavras-chave e termos importantes para a compreensão das informações. Assim, é possível deixar o material à disposição para quando for necessário revisitar os tópicos.

13. Flashcards

Os flashcards são ferramentas alternativas que podem ser positivas para aqueles que precisam desenvolver a capacidade de memorização em determinados assuntos. A estratégia funciona da seguinte maneira: o estudante desenvolve pequenos cartões, geralmente em folha diferenciada, para testar a sua memória.

De um lado da folha é possível elaborar uma pergunta e, de outro lado, escrever a resposta. Os cartões podem ter formato diferente, a depender do tópico a ser estudado, podendo conter definições, conceitos, palavras-chave entre outros aspectos do conteúdo específico a ser memorizado. A vantagem é que a técnica serve para qualquer tipo de conteúdo e matéria, além de ser prático de desenvolver e eficiente para memorizar.

Que tal revisar a matéria para a semana de prova que já está próxima?

Os alunos produziram flashcards da disciplina  selecionada por eles. 




A proposta da aula é colaborar, revisitando alguma lição que os alunos sentem mais dificuldade.
Habilidades: Organização e Foco



Imagem: https://pixabay.com/pt/photos/escola-um-livro-saber-ler-aprender-1661730/

https://www.uniacademia.edu.br/blog/tecnicas-de-estudo


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